Questões de Concursos
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Feitas as devidas alterações de maiúsculas e minúsculas, o ponto e vírgula empregado logo após "bem" (R.58) poderia ser corretamente substituído por ponto final.
A supressão do sinal indicativo de crase em "à sua maneira" (R.2) manteria a correção gramatical do texto.
No trecho "ao procurar alguma coisa que se ache escondida" (R. 30 e 31), o pronome "que" exerce a função de complemento da forma verbal "ache".
Dados os sentidos do sexto parágrafo, é possível supor que, na frase "E ambas as coisas", no sétimo parágrafo, está elíptico o trecho ele é logo após "E".
A correção gramatical do texto seria mantida caso a forma verbal "compreenderá" (R.42) fosse substituída por compreende, embora o sentido original do período em que ela ocorre fosse alterado: no original, o emprego do futuro revela uma expectativa de Dupin em relação a seu interlocutor; com o emprego do presente, essa expectativa seria transformada em fato consumado.
O pronome "ele", no trecho "ele é apenas culpado de uma non distributio medii" (R. 51 e 52), refere-se a "o ministro" (R.49).
Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos originais do texto, o seu sexto parágrafo poderia ser assim reescrito: Perguntei, entretanto, se ele era realmente poeta. Sabia que são dois irmãos e que ambos adquiriram renome nas letras. O ministro, acreditava eu, escrevia eruditamente sobre o cálculo diferencial: é um matemático, não um poeta.
O narrador discorda de Dupin com relação à opinião de que o fato de o ministro ser poeta é o que lhe permite raciocinar bem, o que fica evidente no último parágrafo do texto.
Na opinião de Dupin, a inteligência da polícia de Paris equipara-se à "da massa" (R.34), que, conforme se infere do texto, é uma inteligência média.
Dupin é irônico ao caracterizar a polícia parisiense como hábil no primeiro parágrafo, o que é comprovado pela crítica que faz, no quinto parágrafo, ao trabalho do delegado e de sua equipe, os quais, conforme Dupin, "Estão certos apenas num ponto" (R. 32 e 33).
Infere-se das falas de Dupin que a opinião do delegado a respeito dos poetas foi determinante para que ele não encontrasse "a carta roubada".
O primeiro parágrafo do texto é predominantemente descritivo, pois apresenta as características da "polícia parisiense".
A concisão é uma qualidade da redação oficial que atende ao princípio da economia linguística, segundo o qual se deve reduzir ao mínimo de palavras possível o conteúdo a ser comunicado, evitando-se redundâncias ou trechos inúteis.
Embora estabeleça parâmetros para o uso da língua em redações oficiais, o MRPR rejeita a adoção de um padrão de escrita baseado em uma linguagem administrativa específica, alheia à evolução natural da língua.
A redação dos atos normativos deve permitir que cada cidadão, a partir de suas condições próprias de leitura, atribua ao texto legal sua própria interpretação.
O emprego do sinal indicativo de crase em "a uma paleta" (R.20) manteria a correção gramatical do texto, uma vez que, no trecho, o vocábulo "a" antecede palavras no feminino.
No período em que se insere, o termo "Logo" (R.13) expressa uma ideia de conclusão.
A inserção de uma vírgula imediatamente após a palavra "Assim" (R.2) alteraria os sentidos do texto.
Conclui-se do texto que a varredura do Nudetective é restrita a dispositivos conectados à Internet.
De acordo com o texto, diversos países da América e da Europa compraram a licença de uso do software criado pelos policiais federais do Mato Grosso do Sul, o que demonstra o reconhecimento estrangeiro da qualidade do trabalho forense do Brasil.