Questões de Concursos
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Na ITIL v4, a arquitetura de valor do SVS (service value system) demonstra como os componentes e as atividades de uma organização interagem para criar valor, sendo tais elementos configuráveis, de maneira flexível, para otimizar o alinhamento com as realidades de serviço e a integração dos recursos organizacionais.
SVC (service value chain), que não é um processo linear nem rígido, define como atividades e componentes de uma organização atuam para converter a demanda e a oportunidade em valor.
Em uma aplicação de e-commerce, convém utilizar a estratégia de federação dos dados em CMDB para serviços como pedidos, pagamentos e autenticação, pois replicar dados em um repositório centralizado melhora a precisão e reduz a latência na manutenção dos itens de configuração voláteis.
Com escopo abrangente que inclui todos os ativos físicos e lógicos da organização, o CMDB atende ao princípio foco no valor da ITIL v4, e a utilização de um número maior de itens de configuração (IC) garante continuamente uma análise de impacto mais detalhada e exata.
Na ITIL v4, o propósito do gerenciamento de incidente é reduzir a probabilidade e o impacto de incidentes, por meio da identificação das causas reais e potenciais de incidentes e do gerenciamento de soluções alternativas e erros conhecidos.
Em relação ao modelo OSI, o IPv6 atua diretamente na camada de transporte que gerencia o transporte de dados entre as aplicações, garantindo a entrega confiável dos dados, sem erros, pois os divide em segmentos (com protocolos como TCP e UDP).
No padrão IEEE 802.11ax (wi-fi 6), a arquitetura OFDMA (orthogonal frequency-division multiple access) opera múltiplos clientes simultaneamente, sendo ideal para tráfego de baixa largura de banda e alta latência.
O protocolo de roteamento OSPF garante convergência rápida e alta escalabilidade, contudo tem enfrentado desafios de adaptação a novos paradigmas de rede, como a compatibilidade com o IPv6, o que causa o aumento da frequência e o escopo de flooding de LSA (links state advisement) em topologias estáveis.
O processo de hardening para controladores de domínio (domain controllers — DC) envolve uma abordagem em várias camadas na adoção de medidas de segurança contra ataques cibernéticos, como, por exemplo, a aplicação de autenticação multifator (multifactor authenticator — MFA) para todos os acessos administrativos aos DC e a remoção de serviços que não sejam essenciais, reduzindo a superfície de ataque.
Para a garantia de alta performance em ambientes de alta demanda, a fragmentação de disco em sistemas de arquivos tradicionais é resolvida pelo LFS (log-structure file system) com a otimização da performance de leitura e gravação, atenuando-se gargalos de entradas e saídas por meio da melhora da velocidade de gravação, tratando-se todas as escritas como anexações sequenciais a um log.
As arquiteturas hiperconvergentes utilizam um modelo de controlador centralizado, o que permite a simplificação do gerenciamento e da escalabilidade ao serem integrados todos os componentes de hardware e software, de forma eficiente, em um sistema único.
ARP é um protocolo stateless que realiza mapeamento dinâmico de um endereço IP para o endereço MAC correspondente, atuando dentro no mesmo domínio de broadcast.
A ausência de ilegalidade ou irregularidade inviabiliza a formulação de recomendações em relatório de auditoria.
A inexistência de dano financeiro direto impede a caracterização de achado de auditoria.
Achados de auditoria podem ser fundamentados em evidências circunstanciais, desde que devidamente qualificadas quanto às suas limitações e corroboradas por outros elementos.
A definição dos critérios de materialidade e de risco no planejamento da auditoria permite ao auditor focar sua atuação nos aspectos mais relevantes da entidade auditada, otimizando recursos e aumentando a eficácia da auditoria.
A técnica da circularização é útil para a obtenção de evidência de terceiros quanto a saldos ou informações declaradas pela entidade auditada, agregando confiabilidade à auditoria.
A revisão analítica é uma técnica cuja utilização é condicionada ao encerramento da auditoria, não podendo ser aplicada como procedimento de avaliação preliminar de riscos.
A matriz de planejamento é uma ferramenta estruturante da elaboração da auditoria, utilizada para organizar os objetivos, os critérios, as perguntas de auditoria, os procedimentos e os riscos identificados, de modo a permitir o encadeamento lógico do trabalho.
A auditoria de conformidade tem como objetivo principal avaliar se as atividades, transações e informações estão de acordo com os princípios de economicidade, eficiência e efetividade.